Artesanato de MS será comercializado no 9°Festival de Bonito

Os visitantes do 9° Festival de Inverno de Bonito encontrarão em exposição o artesanato sul-mato-grossense. No pavilhão das artes, a ser inaugurado no dia 30 de julho, às 20 horas, as peças características do Estado serão comercializadas no espaço que se consolida a cada edição do festival, como uma iniciativa de geração de renda para os artesãos.

Artesãs como Magali Ono, Vânia Cristina Arguelho e Lorna D`Ávila irão representar os artesãos sul-mato-grossenses. Magali Ono leva para o festival as biojóias. Este produto utiliza matérias-primas provenientes dos rebanhos bovinos do Estado. Colares, pulseiras, brincos e cintos são confeccionados artesanalmente a partir de ossos, cascos e chifres. A utilização desses materiais tem feito grande sucesso em feiras de artesanato e no comércio regional, conquistando tanto um público que aprecia estilos alternativos, como os que gostam de modelos e materiais mais clássicos. As biojóias também podem ser produzidas artesanalmente com sementes e cascas de árvores nativas do cerrado, peças em madeira, fibras, cerâmicas, entre outras.

Promovida pela Gerência de Desenvolvimento de Atividades Artesanais da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), a oficina é voltada principalmente para as mulheres da comunidade. Durante as aulas elas vão aproveitar o bambu para desenvolver a técnica do trançado para confecção de artigos em sua maioria utilitários, como peneiras e balaios. Os artesãos retiram o material para produção da própria região, rica em bambu, fibras, vegetação e cipó urubamba, utilizado para produção de cestarias.

Há 13 anos desenvolvendo o artesanato, a campo-grandense Vânia Arguelho fará exposição de objetos confeccionados por meio do bambu. Ela utiliza a técnica do trançado para confecção de artigos em sua maioria utilitários, como peneiras e balaios. A artesã retira o material para produção das regiões do Estado que são ricas em bambu, fibras, vegetação e cipó urubamba, utilizado para produção de cestarias.

Lorna dAvila utiliza a cabaça, fruta típica do cerrado, como instrumento de trabalho e agrega a imagem indígena do Estado de Mato Grosso do Sul à sua produção. Em sua obra ela utiliza nas cabeças imagens de santos como São Francisco de Assis e Santa Clara, além da famosa galinha dAngola. Os ornamentos usados nas cabaças são confeccionados com sementes naturais da Floresta Amazônica e do Pantanal. O pavilhão das artes estará aberto para visitação nos dias do festival das 10 às 22 horas.

Fonte: MS Notícias




 

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