Atrativos de Bonito se unem à Sociedade Internacional de Ecoturismo

De acordo com o documento Diretrizes para uma Política Nacional de Ecoturismo, publicado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Embratur e IBAMA, o ecoturismo é um  segmento da atividade turística que utiliza de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentivando sua conservação e promovendo o bem-estar das  populações.

Participar de iniciativas que propaguem o ecoturismo de forma consciente contribui para a disseminação de informações sobre esta atividade e os benefícios que ela é capaz de gerar.

Os principais benefícios do ecoturismo são: conservação do meio ambiente e patrimônio histórico-cultural, geração de empregos, promoção de capacitação técnica e desenvolvimento da economia regional.

Sabendo dessa importância, os atrativos turísticos  Recanto Ecológico Rio da Prata e a Estância Mimosa Ecoturismo, localizadas respectivamente em Jardim e Bonito no Mato Grosso do Sul se filiaram a TIES – The  International Ecotourism Society – (Sociedade Internacional de Ecoturismo).

Atualmente, os dois passeios são os únicos membros inscritos no estado de Mato Grosso do Sul. Mesmo no Brasil, o volume de operações de ecoturismo inscritos na TIES ainda é pequeno.

Para a Diretora de Sustentabilidade dos passeios, Luiza Spengler Coelho, “a filiação em associações tanto internacionais, como nacionais e locais, como por exemplo, a TIES, a ABETA e a ATRATUR, é extremamente importante, pois apoia o desenvolvimento do ecoturismo como um todo, facilita a troca de ideias entre os empreendimentos e a capacitação técnica”, afirma.

Fundada em 1990, a TIES é uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada a promover o ecoturismo fornecendo orientações e normas, capacitação, assistência técnica, pesquisa e publicações para organizações, comunidades e indivíduos em geral.

Atualmente, possui membros em mais de 90 países entre acadêmicos, consultores, profissionais conservação e organizações, governos, operadores turísticos e ecoturistas. 

Por Carla Layane 

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