Bonito em apneia

Jota, Erasmo, Falcão e Ney, Camelo e T`nalia: Gostei, não gostei, gostei, insosso e ruim, me encantou. Não necessariamente nesta ordem, que ordem.
 
A grande tenda agora é Praça do Festival. E a Praça do Festival? Respondo: É Praça do Festival. Lá na Praça do Festival, também conhecida como Praça das Piraputangas, ou Praça da Liberdade, ou ainda, praça de Bonito o festival realmente aconteceu. 
 
Fotos estavam em apneia (aproveitando para fazer uma analogia ao CD solo de Guga Borba). A fotógrafa paulista trouxe fotos em aquários para mostrar suas flutuações, um outro, flutuava sobre o pantanal para mostrar a maravilha aérea da região, mas quem voou mesmo foi a japinha paulista mundialmente conhecida como Sandra. Uma anjinha içada por guindaste que voava sobre Bonito. Lindo, foi uma apneia (de novo), ver esses trabalhos.
 
Quem também mergulhou no trabalho foi o tal de Naveira que em uma doideira em quatro atos, pintou (de fato) quatro telas 4×4, uma apneia (sério, não é merchan) artística.
 
Havia outros grandes espaços na praça, mas também teve um buraco (do oráculo), que expandiu a apneia das crianças, mergulhadas em sonhos, risos e imaginário.
 
Imaginem só! Teve eco espaço (novamente), mas não aquele eco, este Eco, ecologicamente correto, trabalhando com quem vai cuidar do Ecossistema, um Eco Espaço Criança, onde elas davam verdadeiros puxões de orelha nos adultos “não polua”, disse uma. “Não desmate”, escreveu outra.
 
Fantástico ver nossas crianças no Festival. Fantástico foi ver o jovem Joãozinho abraçadinho com o Ney, aquele de Mato Grosso, homenageado pelo Festival, e que fez questão de dizer: “Sou de Mato Grosso”. Grosso.
 
Joãozinho, o xodózinho do festival, subiu em vários palcos. Viveu uma `Cápsula de Sonhos` com a Prateada Marina Dalla, que merecia uma medalha de ouro, e não chumbinho.
 
No estande do artesanato, quem tem apoio vende barato. Valeu Ceará vou lá passear e aprender como se faz AR-TE-SA-NA-TO. Uma apneia possivel. Lá, no nordeste brasileiro é.
 
E os `ouros da casa?`, prata mesmo só Marina Dalla, da cabeça ao violão. Tinha um Pretim por lá, que nem se importou com o ensaiado, e fez tudo improvisado. ENCANTADO.
 
O festival foi dividido em três atos, digo, locais (acho que estou esquecendo de um): A praça do Festival, a Praça do Festival (Entenderam NÉ!) e o Centro de Convenções, onde rolou um papo sério de ecologia, um GEOparque no Bodoquena, que novamente roubou a cena. Mas lá, também, rolou teatro, cinema, palestra sarau e + atrações para as crianças. Elas sim se divertiram “muito mais, animais ++” para as crianças.
 
Pra finalizar uma apneia mercadológica mix mundial, na Vila Rebuá. (estava esquecendo deste maravilhoso espaço).
 
É MA-RA-VI-LHO-SO ver o povo de Mato Grosso `do SUL`, sendo admirado por seu trabalho. Poucos admiram, mas quem o faz sabe, que o 12º Festival, feito por Brothers vai perder um IRMÃO. NITO, meu amigo, esperamos ver você passeando numa profunda apneia, no 13º festival de Bonito.

Rodrigo Ostemberg
Cultura Pura
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