Associação alimentar entre peixes e macacos

Peixes que seguem macacos?

A primeira vista, mais parece história de pescador. Mas não é! Esta curiosa relação foi estudada nas água

s cristalinas dos rios de Bonito, Mato Grosso do Sul pelos biólogos José Sabino, da UNIDERP e Ivan Sazima da UNICAMP. Em busca da primeira refeição do dia, bandos de macacos-prego, Cebus apella, saltam entre as árvores que margeiam o rio Formoso e o rio da Prata. Os primatas procuram por pequenos frutos, como ingás, goiabinhas e figos silvestres. Agitados e com grande apetite, os macacos derrubam parte da comida no rio. O barulho dos frutos caindo na água atrai a atenção das piraputangas, Brycon microlepis , peixes numerosos na região. Interessados nos frutos que sobram, os peixes seguem os macacos enquanto estes se deslocam e forrageiam pela mata ciliar. A surpreendente transparência das águas de Bonito favorece esta inusitada relação entre peixes e mamíferos, pois a alta visibilidade facilita a rápida localização dos frutos pelas piraputangas.

Fonte: Projeto Peixes de Bonito

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Turismo para a conservação de recursos hídricos: o caso de Bonito (MS)

Por Cleber Alho, José Sabino e Luciana Paes de Andrade

O uso racional de rios para o turismo requer um balanço preciso entre utilização e conservação. O uso efetivo de rios na região de Bonito para turismo e recreação depende primeiro do retorno econômico do negócio, em comparação com as atividades da pecuária tradicional e mineração de calcário. Um plano de manejo adequado deve ser elaborado para cada atrativo, assim como sua implementação plena, incluindo atividades de monitoramento, visando alcançar o uso sustentável do hábitat aquático e da biodiversidade a ele associada.

Fonte: Projeto Peixes de Bonito

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Plantio de mudas do Projeto Plante Bonito na Estância Mimosa, Bonito (MS)

Dando continuidade ao Projeto Plante Bonito que tem como principais objetivos a recuperação de áreas degradadas e a minimização dos efeitos dos gases do efeito estufa humana, através do plantio de árvores para o seqüestro de carbono da atmosfera, ocorreu no dia 15 de fevereiro de 2008, o plantio de 189 mudas de espécies nativas às margens do córrego Itamaraty, localizado na fazenda Estância Mimosa, a 24 km da cidade de Bonito, MS.

A ação foi realizada pelo IASB com o apoio do Viveiro Municipal, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bonito e do viveiro do Rio da Prata, que fizeram a doação das mudas. O plantio foi patrocinado pelas empresas Hotel Pousada Águas de Bonito e Agência Águas de Bonito Turismo.

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A Embrapa e as Mudanças Climáticas

Na história geológica da Terra, mudanças climáticas sempre ocorreram numa escala de tempo longa. Mas, atualmente este fenômeno vêm ocorrendo no intervalo de poucas décadas, manifestando-se de várias formas, entre as quais podemos citar o aquecimento global. Os impactos gerados pelo aquecimento global poderão ter vastos reflexos no meio ambiente, comprometendo o funcionamento dos ecossistemas e agroecossistemas pela alteração na oferta de serviços ambientais como disponibilidade de água, fertilidade e conservação do solo, biodiversidade, entre outros. A Embrapa Pantanal articulou a criação de uma Plataforma de Pesquisa em Mudanças Climáticas, implementando estudos sobre análises de tendências e riscos climáticos para os principais sistemas produtivos do Brasil.

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2° plantio do “Projeto Plante Bonito” na Lagoa Misteriosa, Jardim (MS)

Com o objetivo de recuperar áreas que já sofreram algum tipo de interferência antrópica na área que abrange a Lagoa Misteriosa bem como implantar corredores ecológicos entre os fragmentos de mata, implantou-se um programa de reflorestamento com mudas nativas do cerrado e mata ciliar.

O programa de reflorestamento visa também restaurar os processos ecológicos através do resgate da diversidade vegetal e da busca da autoperpetuação dessas áreas no tempo. O plantio das mudas ocorreu no dia 20 de dezembro de 2007 após um período de chuvas mais acentuado (43 mm), deixando o solo com um grau de umidade elevado, propiciando melhores condições para o plantio das mudas.

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Plantio de mudas do Projeto Plante Bonito no Rio da Prata, Jardim (MS)

A Fazenda Cabeceira do Prata, um dos pólos das ações de reflorestamento do Projeto Plante Bonito criado elo IASB, realizou no dia 02 de dezembro de 2007, o plantio de 50 mudas nativas do cerrado em uma área localizada nas proximidades da Sede da Fazenda Cabeceira do Prata. O presente trabalho teve como objetivo arborizar uma área degradada por meio da implantação de espécies florestais nativas, propiciando recomposição da paisagem.

 

A escolha de espécies utilizadas teve como objetivo a atração de fauna e a produção de frutos nativos para elaborar produtos à serem vendidos aos visitantes. A metodologia utilizada foi a de sistema agro-florestal.

 

Para que o projeto tenha continuidade e para que nenhum fator ambiental impeça o crescimento das mudas e atrapalhe o reflorestamento, monitoramentos e fiscalizações das mudas já plantadas através o acompanhamento do crescimento das mesmas serão realizados para assegurar a recomposição da vegetação.

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1° plantio do Projeto Plante Bonito na Lagoa Misteriosa, Jardim (MS)

A Lagoa Misteriosa Ecoturismo, um dos pólos das ações de reflorestamento do Projeto Plante Bonito criado pelo IASB, realizou no dia 20 de novembro de 2007, o plantio de 61 mudas nativas do cerrado em uma área de Floresta Estacional Decidual conhecida como “mata-seca”, encontrada nas proximidades da lagoa. O presente trabalho teve como objetivo arborizar uma área degradada por meio da implantação de espécies florestais nativas, propiciando recomposição da paisagem.

A escolha de espécies utilizadas na recuperação da área teve como ponto de partida estudos da composição florística da vegetação remanescente da região, sendo que as espécies pioneiras e secundárias iniciais tiveram prioridade na primeira fase da seleção das espécies. O método de reflorestamento utilizado foi o plantio heterogêneo, o qual consiste no plantio conjunto de diferentes espécies numa mesma área, recriando condições mais próximas das florestas naturais. É indicado para enriquecimento de matas e na recuperação das florestas nas margens de rios.

Para que o projeto tenha continuidade e para que nenhum fator ambiental impeça o crescimento das mudas e atrapalhe o reflorestamento, monitoramentos e fiscalizações das mudas já plantadas através o acompanhamento do crescimento das mesmas serão realizados para assegurar a recomposição da vegetação.

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I plantio do Projeto Plante Bonito na RPPN Fazenda Cabeceira do Prata

A RPPN Fazenda Cabeceira do Prata, um dos pólos das ações de reflorestamento do Projeto Plante Bonito criado pelo IASB, realizou no dia 18 de novembro de 2007, o plantio de 61 mudas nativas do cerrado em uma área localizada as margens de uma Floresta Estacional Semidecidual dentro da RPPN Cabeceira do Prata. O presente trabalho teve como objetivo recuperar a área degradada por meio da implantação de espécies florestais nativas, propiciando recomposição da paisagem, esta medida  foi preconizada no seu Plano de Manejo.

A escolha de espécies utilizadas na recuperação da área teve como ponto de partida estudos da composição florística da vegetação remanescente da região, sendo que as espécies pioneiras e secundárias iniciais tiveram prioridade na primeira fase da seleção das espécies. O método de reflorestamento utilizado foi o plantio heterogêneo, o qual consiste no plantio conjunto de diferentes espécies numa mesma área, recriando condições mais próximas das florestas naturais. È indicado para enriquecimento de matas e na recuperação das florestas nas margens de rios.

Para que o projeto tenha continuidade e para que nenhum fator ambiental prejudique o crescimento das mudas  atrapalhando o reflorestamento, monitoramentos e fiscalizações das mudas já plantadas serão feitas mensalmente através  de vistoria por biólogo.

Relatório disponível para download no ícone acima.

Formações florestais da RPPN Rio da Prata

O Recanto Ecológico Rio da Prata está inserido no Bioma Cerrado que ocupa 1/5 do território brasileiro e contribui com aproximadamente 10.000 espécies de plantas das 60.000 fanerógamas distribuídas pelo País. Fanerógamas – é o termo que designa qualquer planta possuidora de órgãos sexuais aparentes. São plantas superiores, isto é completa, pois além da raiz, do caule e das folhas, produz as flores que contém os órgãos da reprodução. É o grande grupo do Reino vegetal que compreende todas as plantas produtoras de flores. Esse Bioma apresenta diferentes formações florestais que exercem importante função na manutenção da biodiversidade por produzirem frutos, pólen e néctar consumidos pela fauna silvestre, além de oferecem abrigo e proteção.

O clima existente na região é o quente e semi-úmido do cerrado, com distribuição anual das precipitações definindo duas estações bem nítidas: uma seca no inverno-primavera e outra chuvosa, no verão-outono, apresenta índices pluviométricos anuais variando em geral, de 1.500 a 2.000 mm. O trimestre junho-agosto apresenta as temperaturas mais baixas com médias de 15°C a 20°C. As temperaturas mais elevadas ocorrem nos meses de setembro e outubro, que precedem a estação chuvosa, oscilando entre 25°C e 30°C (CPTEC, 2004).

Com o propósito de preservar e conservar de forma integrada os diferentes ecossistemas existentes no Sítio Turístico, os proprietários criaram a Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Fazenda Cabeceira do Prata, Unidade de Conservação de domínio privado reconhecida pelo poder público. Esta reserva visa garantir a proteção de espécies da flora, da fauna e dos demais recursos naturais existentes no local. Outra importante função dessas Unidades de Conservação é a formação de corredores ecológicos que interligam fragmentos florestais e contribuem efetivamente com a sustentabilidade e manutenção da biodiversidade da vida silvestre em seus diferentes habitats.

Autor: Fabrício de Souza Maria e Vivian Ribeiro Baptista Maria vivibap@ig.com.br