Conheça Regina Corrêa do Águas de Bonito

“As belezas naturais de Bonito, a satisfação em receber os turistas e uma nova opção de diversificação empresarial”. Esses são os motivos que trouxeram nossa entrevistada de hoje (04), Regina Helena Figueiredo Corrêa, na Coluna Quem Faz Bonito!, para o destino de ecoturismo – Bonito (MS). E desde então já se passaram 11 anos!

Formada em Administração de Empresas, Regina atua como Empresária de Hotelaria (leia-se Águas de Bonito Hotel Pousada) e Agência Receptiva.

Porém o que a motivou a trabalhar com o setor hoteleiro foi a beleza de Bonito. “Eu já trabalhava em uma agência de viagens em Campo Grande e quando conheci Bonito me encantei com toda essa natureza.  Resolvemos investir na região pois acreditamos que o retorno viria, e também  com o propósito de ajudar a preservar e divulgar as belezas naturais. É muito gratificante receber, surpreeender e encantar as pessoas, contribuindo para a realização de um sonho”, afirma Regina.

Há 11 anos (desde que se mudou para o município), Regina está à frente do Águas de Bonito Hotel Pousada, “um ambiente charmoso, aconchegante, e com o conforto da vida moderna, totalmente integrado à natureza. Com um atendimento personalizado de uma equipe treinada para bem receber e encantar”, nos revela. Além disso há alguns diferenciais que encantam seus hóspedes: “Um deles é a Merenda Pantaneira, um lanche servido todos os dias no final da tarde, com quitutes da cozinha regional, onde aproveitamos para contar a história da sopa paraguaia, a receita da chipa, o tereré, os chás e sucos preparados na cozinha das fazendas pantaneiras. O som do berrante anuncia o início e o final da Merenda Pantaneira”, diz.

Entretanto, além de empresária, Regina exerce há três anos o cargo de Presidente da Associação Bonitense de Hotelaria (ABH) cujo objetivos são promover a cooperação e o entendimento entre empreendimentos no ramo de hotelaria da cidade de Bonito; representar os interesses dos associados perante os órgãos, privados e outras instituições; promover e incentivar as ações que visem o desenvolvimento do setor hoteleiro e turístico da cidade e eleger representantes legais da entidade junto ao Conselho Municipal de Turismo de Bonito e outros órgãos.

A rede hoteleira de Bonito conta com mais de 4.000 leitos entre hotéis e pousadas, com opções para todos os gostos e bolsos, “mas faltam opções de hospedagem em categoria Superior para atender a demanda nos eventos, principalmente os de medicina”, diz.

A rede hoteleira de Bonito busca atender de forma satisfatória seus visitantes e pretende cada vez mais melhorar a qualidade de seu atendimento. “Estamos nos preparando para receber cada vez melhor, buscando treinamento para os colaboradores, melhorando nossas estruturas, modernizando nossos equipamentos, mas ainda há muito o que se fazer…”, finaliza nossa entrevistada.

Conheça um pouco mais sobre nossa entrevistada de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te Chamam de: Em família me chamam de Tata e meu filho me chama de Mainha ou Regininha

Nasceu em: 24 de novembro de 1954, na cidade de Lins (SP)

Signo: Sagitário

O que comeria todos os dias: Manga

Na sua cabeceira tem:Bíblia

Não sai de casa sem: Baton

Adora ouvir: MPB

Gosta de assistir: Filme romântico

O que te inspira: Minha família

Não vive sem: DEUS

Simplesmente inesquecível: Nascimento dos meus filhos

O que faz nas horas de lazer: Leio

Melhor lugar que visitou: Todos os lugares em boa companhia

Qual lugar gostaria de visitar: Ushuaia, na Argentina

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Flutuações nas nascentes de Bonito e região

O que faz por Bonito: Reciclagem de lixo e apoio a recuperação das matas ciliares

Bonito para você é: Opção de vida

Até a próxima semana!

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Conheça Daniel De Granville

Fotografar a natureza consiste em retratar fenômenos e agentes naturais como animais, plantas ou paisagens, capturando toda a sua essência. Para falar um pouco mais sobre essa arte, a coluna Quem Faz Bonito apresenta Daniel De Granville Manço, Biólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP) com pós-graduação em Jornalismo Científico pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

O interesse pela fotografia teve início na vida de Daniel De Granville após uma experiência profissional no Pantanal. “A principal razão que me levou a encarar a fotografia mais a sério foi o primeiro período em que vivi no Pantanal (1994 a 1999), onde trabalhei como guia para fotógrafos profissionais de várias partes do mundo, como os brasileiros Haroldo Palo Jr., Araquém Alcântara, Fábio Colombini e Valdemir Cunha. Durante as saídas a campo, batíamos papo sobre técnicas fotográficas, dicas de equipamentos e o fascínio em registrar momentos tão especiais junto à natureza, o que – em conjunto com a exuberância da região – foram me influenciando”, nos conta.

Em 1999, Daniel mudou-se para Bonito atraído pela oportunidade de continuar trabalhando com o ecoturismo em Mato Grosso do Sul e no mesmo ano aconteceu sua primeira expedição fotográfica – acompanhada de exposições com fotos de sua autoria. “Realizei uma viagem de bicicleta de 4 meses e mais de 4.000 km entre Vitória (ES) a São Luís (MA) junto com a minha então namorada e atual esposa Tietta Pivatto e mais os amigos Guto Bertagnolli e Marcos Violante”.

San Martin de Los Andes (Argentina), Raleigh (EUA), Banner Elk (EUA), Munique (Alemanha), São Paulo (SP), Bonito (MS) e São José do Rio Preto (SP) são as cidades que já foram contempladas com as exposições fotográficas de Daniel De Granville. O público presente nesses eventos teve a oportunidade de sentir a emoção capturada pelas lentes do fotógrafo. “Tento transmitir um pouco da emoção que sinto ao ter a certeza de que fiz a imagem que queria, buscando desta forma sensibilizar os visitantes e torná-los aliados na nossa busca por um mundo onde as coisas da natureza sejam mais valorizadas e respeitadas”. afirma. Porém ele não apenas tenta, e sim consegue passar essa mensagem em suas imagens.

Porém como em toda profissão, ser fotógrafo de natureza  possui fatores que influenciam diretamente no resultado do trabalho, seja positivamente como negativamente. Daniel citou alguns desses fatores: “Pontos negativos seriam as condições adversas sob as quais tenho que trabalhar, como as longas e constantes viagens, o forte calor, chuvas, carrapatos e mosquitos que fazem parte do trabalho em ambientes naturais. Outro aspecto é que a profissão ainda é pouco valorizada no Brasil, o mercado não paga adequadamente e os equipamentos são muito caros”.

“A oportunidade de estar sempre junto à natureza, testemunhando e registrando momentos raros e marcantes do comportamento animal, por exemplo. Também, a possibilidade de sensibilizar e conscientizar as pessoas sobre a importância de conservar nossos ambientes naturais e buscar um modo de vida mais sustentável”. Esses são os pontos positivos citados pelo profissional.

Ao longo de sua carreira, Daniel nos revela as mudanças observadas no destino de ecoturismo sul-mato-grossense. “Felizmente, em termos gerais noto que a natureza na região tem mudado para melhor, com o aumento de unidades de conservação (como as RPPNs e o Parque Nacional da Serra da Bodoquena, além de outras áreas não oficiais) e maior valorização das coisas naturais pelos proprietários rurais, empresários e gestores públicos. Claro que temos problemas ambientais, alguns bastante sérios, mas no geral considero que a natureza tem sido mais bem cuidada aqui do que em outras partes do Estado e do Brasil”.

Atualmente Daniel De Granville é Sócio e diretor da Photo in Natura, empresa que desenvolve serviços e produtos relacionados ao meio ambiente, onde atua principalmente como fotógrafo, instrutor em cursos de capacitação profissional e guia de ecoturismo para públicos de interesses especiais. E presta também, serviços de tradução e consultoria.

Com a  finalidade de transmitir seus conhecimentos, começou em 2007 a ministrar curso de capacitação profissional para interessados em aprender a fazer bons registros. “Eu e a Tietta atuamos há bastante tempo como instrutores em cursos de treinamento para guias de turismo, empreendedores e interessados na natureza em geral. Como o mercado para venda de fotografias está cada vez mais concorrido, imaginei que deveríamos buscar um novo espaço, aproveitando meus conhecimentos e experiência na área. Afinal, está cada vez mais fácil comprar bons equipamentos e o ato de fotografar popularizou-se imensamente com a tecnologia digital e a internet. Assim surgiram os cursos, pensando na quantidade de pessoas que querem aprender a explorar o máximo de suas câmeras e a fotografar melhor. O primeiro que ministrei – na realidade um mini-curso – foi em 2007, durante o 2º Encontro Brasileiro de Observação de Aves (AvistarBrasil), em São Paulo”.

Em maio deste ano, ministrou em Campo Grande (MS) o “Curso de Fotografia de Natureza”, entretanto ele nos revela que os alunos, além de aprender as técnicas, se desligam da correria do dia a dia e se sintonizam por completo com os ambientes naturais. “O curso em Campo Grande, foi muito elogiado pelos participantes. O interessante é que, além do óbvio aprendizado sobre fotografia, a atividade pode vir a gerar uma transformação pessoal que ultrapassa a simples técnica de fotografar”, diz.

Em novembro Daniel ministrará em San Martín de los Andes (Patagônia – Argentina) o Curso de Introdução à Fotografia de Natureza, durante a “Feria de Aves de Sudamérica” e ressalta que algo deve ser preparado para o Brasil em 2012.

Pa finalizar o fotógrafo de natureza deixa um recado para quem pretende exercer a profissão: “É fundamental gostar da natureza e dos desafios que ela impõe, além de ter uma postura extremamente correta e ética com relação aos ambientes naturais. Também julgo importante sempre investir em equipamentos e em qualificação profissional, ter uma boa rede de contatos e ficar antenado nas novas tecnologias e mídias”.

Conheça um pouco mais sobre nosso entrevistado de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te chamam de: Geralmente só “Daniel” mesmo, alguns amigos preferem “Granville” ou “De Granville”.

Nasceu em: Ribeirão Preto (SP), no dia 26 de setembro de 1969 (no mesmo dia em que os Beatles lançaram seu antológico disco “Abbey Road” e pouco mais de 2 meses após o homem pisar na Lua).

Signo: Libra.

Comeria todos os dias: Castanha de caju.

Na sua cabeceira tem: Uma lanterna, um iPod e geralmente dois ou três livros técnicos de temas variados, dos quais costumo ler trechos intercalados e fora da sequência das páginas. 

Não sai de casa sem: Minha câmera fotográfica, claro!

Adora ouvir: os sons da natureza, principalmente no início da manhã e a transição sonora quando a noite vai
chegando. Em termos de música, o gosto é muito variado, desde rock, reggae, blues, MPB, música clássica e umas coisas mais alternativas que não dá pra rotular. 

Gosta de assistir: Filmes inteligentes, shows e documentários sobre vida selvagem.

O que te inspira: Viver e trabalhar em um lugar tranquilo, rodeado de árvores e bichos.

Não vive sem: Uma caixa de ferramentas e outra de tranqueiras com as quais posso consertar ou inventar coisas.

Simplesmente inesquecível: A primeira viagem de ecoturismo que fiz para as cavernas do PETAR (SP), a convite de um professor de biologia, quando ainda estava no colegial. 

Lazer: Saio com amigos, assisto filmes com a Tietta ou fico inventando equipamentos fotográficos alternativos que me permitam obter imagens diferentes e criativas.

Melhor lugar que visitou: Pantanal, sempre!

Qual lugar gostaria de visitar: Os famosos parques africanos.

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Os mergulhos com “Ari”, a ariranha que durante alguns meses apareceu no Rio Olho d`Água, no Recanto Ecológico Rio da Prata. 

O que faz por Bonito: Além de ações em casa, como separação dos resíduos recicláveis, compostagem e uso racional de água e eletricidade, sempre que possível colaboro com as ONGs locais e órgãos públicos municipais cedendo minhas fotos para divulgação de nossas belezas naturais. Também sou um compartilhador de conhecimentos, sempre disposto a colaborar quando alguém daqui precisa de alguma informação ou ajuda pessoal ou profissional. 

Bonito para você é: Uma cidade que alia tranquilidade, natureza protegida, pessoas bacanas, diversidade e um setor de serviços bastante completo para um município desse porte. Alguns problemas mais sérios começam a surgir, e considero que este é o momento para a população e o poder público agirem enquanto a cidade é pequena…

Visite o Blog: blog.photoinnatura.com  e se encante com o trabalho de Daniel De Granville!

Até a próxima semana!

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Conheça Maria Margarida – a Tia do Bombom

Jaracatiá, Guavira, Castanha de Cumbarú, Seriguela, Jabuticaba com pimenta, Cupuaçu. Quem já visitou Bonito (MS), ao menos uma vez, já deve ter se deparado durante a noite com uma simpática senhora nas principais ruas da cidade, pronunciando tais palavras. 

Conhecida por todos com a Tia do Bombom, Maria Margarida Brezolin, é responsável por adoçar a vida dos turistas e moradores com seus bombons produzidos com frutos da região. Porém a atividade e o sucesso de seus produtos começaram de forma inesperada.

Margarida e sua família moravam anteriormente em Campo Grande (MS) e a ideia inicial era mudar-se para Natal, no Rio Grande do Norte, mas foram surpreendidos com a proposta de um negócio no destino de ecoturismo. “Mudamos para Bonito, em 2000, com o propósito de alugar uma Pousada. E a gente alugou essa pousada assim direto, sem conhecer, arriscamos. A princípio vim sozinha e meu esposo, Denis, ficou para acompanhar nossa filha, Denise, que estava em período de aulas escolares”, diz.

Desde então, Margarida fincou suas raízes no município. “Pra não falar que nunca saí daqui fui duas vezes para Campo Grande e voltei correndo”, nos conta e avisa também que não pensa em deixar a cidade. “Eu me adapto aos lugares que são bons… Confesso que no início estranhei o calor, o clima era muito diferente da onde nasci”.

Margarida e sua família trabalharam com a Pousada até meados deste ano. Porém, paralelamente a esse trabalho, ela já vendia os bombons pelas ruas da cidade. Saiba como tudo se iniciou há seis anos:

“Eu digo hoje que foi uma coisa boa em minha vida. Na baixa temporada, pela pousada ser pequena a renda era menor e os gastos mensais eram os mesmos, só diminuía o que você ganhava. Então minha filha fazia bombom e levava para vender na escola e em algumas lojas…mas isso longe de pensar no iria acontecer… Durante um período de baixa temporada em Bonito  nós precisávamos  aumentar o orçamento e ficamos todos pensando no que iríamos fazer, então falei para meu esposo vamos fazer os bombons. Na época  havia um conhecido que estava vendendo bombons  e conseguindo sua independência financeira com isso. Ficamos, então, todos empolgados”.

Porém algumas informações obtidas, como qual o papel correto para embalar os bombons, foram fundamentais para o início da fabricação e comercialização dos produtos.

“Para começar fiz 12 bombons e quando terminei de fazê-los já era dez para meia noite. Nesse mesmo horário eu tinha um compromisso: ia assistir uma oração na igreja. Assim que terminei guardei os bombons em uma vasilha de gelo e pensei: e agora quem vai vender isso aqui amanhã? Fique pensando a Denise ou o Denis? Mas quando ia guardar na geladeira tive a ideia de levar comigo já que a igreja era pertinho da minha casa. Ia oferecer para o Didi, que tinha um trailer de lanches, mas como estava apressada não deu tempo de parar. Pensei: vou para a Igreja e na volto eu ofereço… após o término da oração, quando eu passei próximo onde é o Oca Bar hoje (antigamente era outro empreendimento), nem sei bem o que aconteceu, vendi todos os bombons ali mesmo : os doze.

Voltei para casa com a vasilha vazia. Foi um milagre. Saí da igreja essa hora, mais de meia noite, nunca ia pensar na minha vida que esse horário eu venderia bombom, pois era baixa temporada, um dia comum. Foi uma coisa extraordinária, e isso me mostrou que nós deveríamos vender os bombons a noite e não durante o dia como estávamos imaginando”.

No dia seguinte, Margarida preparou uma cesta maior. “Saí da igreja e vendi tudo, fui pra casa e no outro dia fui aumentando a produção… chegava em casa sempre com a cesta vazia”. E no último dia de oração, ela resolveu voltar para sua casa pela rua principal da cidade, Pilad Rebuá, e observou o grande movimento. “Passei no Taboa e vi o movimento, daí pensei será que aqui eles deixam vender bombom? Perguntei para a dona e ela disse que sim, pode trazer”!

E assim começou seu novo trabalho em Bonito!

No início os bombons produzidos eram de brigadeiro, beijinho, morango, os tradicionais – como diz Margarida. Mas a intenção dela era inovar, criar novos sabores para surpreender os turistas. Assim, começou a produzir bombom de granola, licor de cassis, pantaneiro, jabuticaba, bocaiúva, buriti, cumbaru, o de Jaracatiá – nome dado à sua empresa: Jaracatiá Bombons Caseiros, entre outros sabores.

Há três meses, Margarida e família abriram uma loja para atender melhor os turistas e todos que desejam comer bombom a qualquer hora, não só a noite. Além dos bombons é possível encontrar na loja castanhas de cumbaru, geléia, rapadura, entre outros produtos.

Porém para encontrar a Tia do Bombom, basta circular pelas ruas de Bonito após às 21 horas que irá encontrá-la esbanjando sorrisos, simpatia e claro, muitas opções de bombons!

Conheça um pouco mais sobre nossa entrevistada de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te chamam de: Tia do Bombom

Nasceu em: 12 de setembro de 1951, em Vacaria (RS)

O que comeria todos os dias: Muito doce

O que tem na sua cabeceira: A Bíblia

Adora ouvir: Gosto de ouvir as pessoas

Gosta de assistir: Tudo que fala da natureza

O que te inspira: Alegria e felicidade de morar aqui. Muitos perguntam o que eu faço aqui e respondo: Deus achou que eu devia morar no paraíso e me trouxe pra cá

Simplesmente inesquecível: Encontrei uma cachorra na rua e ela me adotou (lágrimas nos olhos), não tinha como cuidar dela, entreguei para uma outra pessoa que morava há uns 80 km da minha casa….e mesmo assim ela voltou, me encontrou na avenida vendendo os bombons…Se chama neguinha… é muito forte, ela é muito amorosa, sinto que ela me ama…observo a natureza….Chego em casa e ela faz a festa, falo pra ela: tu me adotou neguinha!!!

Melhor lugar que visitou: Balneário Municipal de Bonito

Qual lugar gostaria de conhecer: Qualquer lugar que tenha natureza, ou praia, por exemplo Natal, pois tenho um neto que mora lá

Qual foi experiência marcante que já vivenciou na natureza: Uma coisa que marcou bem, foi quando eu estava no Balneário Municipal e tinha uma garça real, ela pôs os ovos em cima de uma árvore, estavam quase caindo. Fiquei preocupada achando que iria cair… Tinha um rapaz que vendia picolé no local, e quando ele falava a garça se levantava e ficava prestando atenção nele, só nele…toda vez que ele aparecia ela se mostrava…

O que faz por Bonito: Eu procuro cuidar da natureza e divulgar que ela deve ser preservada. Faço tudo o que puder!

Bonito pra você é: Paz

Para informações sobre os bombons entre em contato pelo telefone: (67) 9623-1634.

Até a próxima semana!

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Conheça Ricardo Constantino do Hotel Cabanas

Na próxima semana líderes empresariais, profissionais e gestores públicos envolvidos com o turismo de aventura e ecoturismo, além de adeptos da atividade, estarão reunidos em São Paulo para participar do 8º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura – ABETA SUMMIT 2011.

Esse foi um dos motivos que nos inspirou a realizar a entrevista dessa semana com Ricardo Constantino, Biólogo, Mestre em Botânica e proprietário do Hotel Cabanas em Bonito (MS), empresa associada à ABETA – Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura – e um dos Coordenadores da Comissão ABETA MS que, junto com outros empresários da região, estará  presente no Encontro, com o apoio do SEBRAE MS e Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul.

“Acredito que participar do ABETA SUMMIT é uma excelente oportunidade de aprofundar conhecimentos na área do turismo de aventura, trocar experiências com empresas de outros destinos e, claro uma forma de estar atualizado nos acontecimentos do mercado do Turismo de Aventura”, afirma.

Ricardo reside em Bonito há 9 anos e mudou-se para o destino movido pela oportunidade de negócio e também, pelo contato com a natureza. “Minha família é proprietária do Hotel Cabanas desde sua fundação, em 2001. Um hotel de lazer integrado a natureza e cercado por dois principais rios de Bonito: o Rio Formosinho e Rio Formoso, apenas a 6Km do centro comercial de Bonito. Dentro do hotel o hóspede tem contato com muitos animais silvestres e ainda pode se aventurar em nossas atividades de lazer. Oferecemos trilhas para caminhada, birdwatching para quem gosta de ver pássaros, diversos pontos de banho nos rios, piscina e  redário. Também oferecemos as atividades de boia cross e  arvorismo, ambas certificadas pelo INMETRO em Gestão de Segurança, flutuação no Rio Formoso, mergulho com cilindro no Rio Formoso e arco e flecha”, diz.

Mas seu empreendimento não está apenas interessado em oferecer lazer aos turistas que o procuram. A segurança é um quesito tratado com grande importância por Ricardo e sua família, um dos motivos pelo qual associaram-se à ABETA em 2007. “O que nos chamou atenção para fazer parte da ABETA foi por compartilhar da mesma causa que a associação defende, que é o turismo de aventura. Em segundo lugar é por ter oportunidade de participar de projetos tão importantes como o AVENTURA SEGURA e também estar conectado nas novidades de nosso setor”, afirma Ricardo.

O Programa Aventura Segura é a maior iniciativa de organização e desenvolvimento do segmento de Turismo de Aventura e Ecoturismo no País. O projeto é uma iniciativa do Ministério do Turismo, em parceira com o SEBRAE Nacional, executado e liderado pela ABETA. O programa é uma soma de ações de fortalecimento institucional, geração e disseminação de conhecimento, qualificação de pessoas e empresas, subsídio à certificação para condutores e empresas, formação de grupos voluntários de busca e salvamento (GVBS), responsabilidade socioambiental, Campanha do Consumo Consciente e de acessibilidade no turismo de aventura.

“O Hotel Cabanas conquistou a certificação no Programa Aventura em 2010 nas atividades de Boia Cross e Arvorismo, segundo a norma ABNT 15331 de Sistema de Gestão de Segurança. Isso agregou muito para nossa empresa. Melhoramos em vários sentidos, não apenas na segurança propriamente dita, mas na qualidade do trabalho de forma geral, trazendo mais profissionalismo para os passeios”, afirma conclui Ricardo.

Conheça um pouco mais sobre nosso entrevistado de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te chamam de: Ricardo

Nasceu em: Nasci em Sorocaba (SP), em 24 de dezembro de 1976

Signo: Capricórnio

O que comeria todos os dias: Arroz, feijão e salada

Na sua cabeceira tem: Livros de pássaros e de fotografia

Não sai de casa sem: Minha máquina fotográfica e minha família

Adora ouvir: Música popular brasileira

Gosta de assistir: Esportes, principalmente jogo do São Paulo

O que te inspira: Espiritualidade

Não vive sem: Fotografar

Simplesmente inesquecível: Conhecer minha esposa e ter meu filho, Rafael

Lazer: Procuro passear com minha família, gostamos muito de natureza e quando possível damos uma esticadinha ao Pantanal

Melhor lugar que visitou: Gosto muito da Região do Vale do Ribeira, em especial PETAR (Parque Estadual do Alto do Ribeira), onde há um complexo de carvernas sem igual

Qual lugar gostaria de visitar: Muitos. Amo viajar e conhecer lugares e costumes. Mas um lugar que ainda não conheço é a região Amazônica

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Descer e mergulhar no Abismo Anhumas e ficar por 9 horas dentro de uma caverna no PETAR

O que faz por Bonito: Procuro ser um empresário atuante e contribuir para o desenvolvimento do turismo no região. Nossa empresa é associada à ATRATUR, ABETA e ABH. Em 2009 e 2010 fui presidente da ATRATUR e pude contribuir um pouco para o processo de melhoria do nosso destino. Atualmente também faço parte da Diretoria da ATRATUR e sou Presidente do Conselho Curador da Fundação Neotrópica do Brasil, uma ONG Ambiental muito atuante da região

Bonito para você é: Minha casa, minha vida e meu ganha pão!

Saiba mais sobre o trabalho de Ricardo Constatino no site: www.hotelcabanas.com.br

Até a próxima semana!

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Conheça Henrique Naufal – Projeto Jiboia

Quando se pensa em Bonito (MS) as primeiras imagens que vem à cabeça são águas cristalinas, cachoeiras paradisíacas, peixes em abundância, entre outros aspectos que remetem à natureza. Entretanto poucas pessoas imaginam que no destino de ecoturismo elas terão a oportunidade de ficarem tão próximas às jiboias e outras serpentes – animais considerados por muitos, devido à falta de conhecimento, perigosos.

Para desmistificar esse assunto, a coluna Quem Faz Bonito apresenta hoje (6) o paulista formado em Técnico em Mecânica de motocicleta, pela American Motorcycle Institute, Henrique Peres Naufal, que reside em Bonito desde 2004. Sua mudança para o destino foi motivada pela oportunidade de trabalho, atuando como intérprete da língua inglesa nas atividades turísticas da região.

Porém os ofídios despertavam a atenção e interesse de Henrique. Antecedendo sua mudança para Bonito, morou também em Miranda, na qual teve a ideia de trabalhar com a exposição de cobras, como a jiboia, para o público, com o intuito de passar informações sobre a espécie e mostrar que elas não são tão nocivas como diziam por aí.

Após reunir conhecimento, experiências profissionais e de compartilhar informações sobre a importância das serpentes no ambiente natural, Henrique abriu em Bonito, o atrativo turístico urbano – Projeto Jiboia. “O Projeto nasceu com o objetivo de evitar a matança indiscriminada de serpentes no ambiente natural através das informações por mim repassadas e também oferecer a oportunidade do público ter um maior contato com elas”, diz.

Mas como todo início de empreendimento é um tanto conturbado, com o Projeto Jiboia não foi diferente, principalmente pelo preconceito já existente contra os animais. “Foi difícil. Até porque, poucas pessoas gostam de serpentes. O formato do Projeto Jiboia como atrativo turístico era muito novo para todos, mas com o passar do tempo elas foram entendendo e reconhecendo meu trabalho”, afirma.

No início, para apresentar seu trabalho, Henrique havia alugado um pequeno espaço. Atualmente o Projeto Jiboia possui sede própria, cedido pelo irmão de Henrique, conta com um amplo espaço de visitação, auditório para mais de 100 pessoas e possui 15 jiboias e duas Pythons.

A satisfação do empresário é obtida quando turistas visitam seu atrativo e mudam completamente o conceito sobre os animais. “Muitos dos visitantes que já passaram por aqui já chegam falando: Ai, que bicho nojento, eu é que não vou por a mão. Porém, após a apresentação mudam completamente o discurso dizendo: Nossa, como são limpas. Que legal, não fazia ideia de como a pele desse bicho é gostosa -, e é quando estes comentários acontecem que vale realmente a pena estar aqui”.

Henrique leva o formato do Projeto Jiboia para outras regiões a fim de expandir a desmistificação das serpentes. Entre as diversas participações em eventos ele cita algumas consideradas, por ele, mais importantes. “Duas participações foram muito relevantes, não só para o Projeto Jiboia, mas também para a divulgação do destino Bonito… A primeira participação foi através de um convite do Lawrence Whaba para apresentar o Projeto Jiboia no Domingão do Faustão, e a segunda participação foi um convite da Secretaria de Turismo de Bonito para levar o Projeto ao Salão de Turismo em 2009, no qual uma de nossas serpentes foi eleita a mascote oficial do evento”.

Quando visitar Bonito e região não deixem de conhecer o Projeto Jiboia e descobrir as peculiaridades da espécie. Ele está aberto diariamente para visitação, sempre às 19 horas (pontualmente), e no final da apresentação é possível tirar fotos com a cobra no pescoço (literalmente). O valor da entrada é R$ 20,00 (vinte reais), crianças de 5 a 11 anos pagam R$ 15,00 (quinze reais) e menores de 4 anos não pagam.

Conheça um pouco mais sobre nosso entrevistado de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te Chamam de: O homem da cobra

Nasceu em: 5 de abril de 1966, em Taubaté (SP)

Signo: Áries

O que comeria todos os dias: Carne

Na sua cabeceira tem: Bagunça

Não sai de casa sem: Celular

Adora ouvir: Depende do dia

Gosta de assistir: Notícia

O que te inspira: A vida

Não vive sem: Desafio

Simplesmente inesquecível: Conhecer culturas diferentes, pessoas…

Lazer: Meu trabalho

Melhor lugar que visitou: Essa é difícil…

Qual lugar gostaria de visitar: Morar na França e aprender francês

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Nadar com uma Sucuri, durante um passeio de flutuação quando trabalhei como intérprete

O que faz por Bonito: Um Mapa Turistico da região e atendimento gratuito da população local e com as escolas de Bonito no Projeto Jiboia

Bonito para você é: Minha casa!

Saiba mais sobre o trabalho de Henrique no site: www.projetojiboia.com.br e www.fuivipeguei.blogspot.com 

Até a próxima semana!

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Conheça Nádila da Atratur

Quando se pensa em Bonito (MS), ou melhor, nas empresas de ecoturismo existente na região, é normal imaginar que quem está à frente são profissionais experientes, muitos provenientes de outros estados, que aplicaram no destino toda sua experiência e conhecimento.

Entretanto muitas dessas empresas têm em seu quadro jovens colaboradores, que de forma atuante contribuem para a divulgação de Bonito e região em âmbito nacional e internacional.

Esse é o caso da nossa entrevista de hoje (30), realizada com Nádila dos Santos Pereira, de apenas 21 anos, evangélica de berço, integrante do grupo de jovens da UMADBON e nascida em Bonito. “Fui agraciada por Deus em nascer nesse paraíso chamado Bonito… Dizem que quem nasce aqui tem uma beleza incomparável né… (dizem)… (risos)”.

Formada em Administração de Empresa pelo Centro Universitário da Grande Dourados, Nádila começou a atuar na área antes mesmo de se formar.”Comecei a trabalhar na ATRATUR  (Associação dos Atrativos Turísticos de Bonito e Região), na qual já estou há cinco anos, aos 16 anos de idade, através da indicação do Dr. Adílio (ex-chefe do Parque Nacional da Serra da Bodoquena) e atuei também por dois anos como voluntária no Instituto das Águas da Serra da Bodoquena -IASB- como auxiliar administrativo”.

A escolha pelo curso de Administração foi para complementar o conhecimento que já havia adquirido com a prática.”O mercado para a área de administração é muito amplo, e sempre gostei de lidar com pessoas, processos, negociações, números… e o curso acaba englobando tudo”, afirma.

Em sua trajetória na Atratur, Nádila vivenciou diversas conquistas para promover Bonito e região em vários momentos. E essas conquistas são frutos de muito trabalho e dedicação no que faz. “Desde minha contratação tenho contribuído com o crescimento da associação e conseqüentemente colaborado com o reconhecimento da mesma em âmbito nacional, especificamente quando tivemos o primeiro projeto aprovado pelo Ministério do Turismo em 2010. Foi uma grande conquista para a ATRATUR e me senti realizada por participar do momento”.

Participou também como supervisora geral do material promocional de Bonito-MS, resultante do projeto citado acima, além de supervisora da publicação do Guia Ecoturístico de Bonito – Serra da Bodoquena pela ATRATUR.

Atualmente, Nádila além de Secretária Executiva da ATRATUR, atua como 2ª tesoureira na diretoria do Instituto das Águas da Serra da Bodoquena e também na diretoria da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Missões. Representa a ATRATUR como titular no Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMDEMA), Fórum Regional de Turismo de Bonito Serra da Bodoquena e no Conselho Consultivo do Parque Nacional da Serra da Bodoquena.

É responsável também pela organização de cursos de qualificação pela ATRATUR, principalmente o de Primeiros Socorros e Salvamento Aquático que ocorre anualmente em Bonito.

Nádila nos mostra assim, que apesar da pouca idade, é possível contribuir, através de dedicação, esforço e comprometimento, com a divulgação de um dos destinos de ecoturismo mais procurado por visitantes de toda a parte do mundo.

Conheça um pouco mais sobre nossa entrevistada de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te Chamam de: Nádila mesmo…

Nasceu em: 10 de janeiro de 1990 na maravilhosa Bonito-MS

Signo: Meu signo é a CRUZ

O que comeria todos os dias: Pizza… amo!

Na sua cabeceira tem: Devocional da Mulher Vitoriosa

Não sai de casa sem: Brilho labial

Adora ouvir: Música gospel… sou apaixonada!

Gosta de assistir: Não sou fã de TV, mas quando tenho oportunidade, assisto um jornal ou um filme, preferencialmente de ação

O que te inspira: Sem dúvidas, meus pais, minha base! Não tenho nem palavras para descrevê-los…

Não vive sem: Carinho e atenção

Simplesmente inesquecível: Na minha colação de grau… quando vi meu pai e minha mãe chorar de felicidade e orgulho… Não tem dinheiro que pague isso! Agradeço a eles por sempre me incentivarem a não desistir…

Lazer: Costumo fazer de tudo um pouco… namorar, ir a igreja, estar com os amigos, ler, escrever no blog, navegar na internet…

Melhor lugar que visitou: Uns dos pontos mais altos do Parque da Serra da Bodoquena em 2005 na companhia do Dr. Adilio (ex-chefe do parque) e com colegas de classe! Foi maravilhoso estar lá em cima…

Qual lugar gostaria de visitar: Singapura… sonho de consumo rsrs

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Não sei nadar, admito (apesar de eu nascer e morar em Bonito)… a experiência marcante e de superação foi fazer o mergulho autônomo no Rio da Prata. Estava tensa antes de fazer…

O que faz por Bonito: procuro realizar meu trabalho com competência e integridade na ATRATUR sempre em busca de melhorias para o turismo de Bonito-MS

Bonito para você é: Minha casa, meu refugio… Maravilhoso!

Saiba mais sobre nossa entrevistada no Blog: www.blogdanadila.blogspot.com

Até a próxima semana!

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Conheça Diones da Tucano Tour

O turista que visitar o Mato Grosso do Sul, tem mais um atrativo para conhecer. Situada no município de Jardim, a Lagoa Misteriosa deve atrair um público ávido por novas experiências. Intrigante, o nome desta lagoa não é por acaso: com profundidade máxima desconhecida, o atrativo ganhou notoriedade após o mergulhador Gilberto Menezes de Oliveira atingir a profundidade de 220 metros e não visualizar o fundo.

Para nos falar um pouco mais sobre as sensações que o novo passeio proporciona, nossa Coluna semanal traz hoje (23) uma entrevista com Jonos Nunes Pinheiro, mais conhecido como Diones, que no início do mês de agosto visitou as belezas da Lagoa Misteriosa.

Essa não foi a primeira vez que Jonos esteve na Lagoa, porém nessa visita ele observou as peculiaridades do local. “Além de uma excelente infra estrutura, a beleza natural da Lagoa Misteriosa é única e superou as minha expectativas.  Com certeza o passeio irá agregar ainda mais valores para nossa região, possibilitando assim, a vinda de mergulhadores profissionais!”, concluiu.

Diones reside em Bonito (MS) há 26 anos. Possuía uma oficina mecânica, porém mudou de ramo, percebendo a potencialidade do destino. “Trabalho com turismo a 16 anos. Comecei trabalhando no passeio do bote Rio Formoso e conheço todos os atrativo da região”, diz.

Atualmente exerce a função de Gerente de Turismo, sendo 6 anos de experiência com a agência Tucano Tour, e há 15 anos na Translocar Base Receptivo CVC no município.

Conheça um pouco mais sobre nosso entrevistado de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te Chamam de: Diones

Nasceu em: 28/07/73 Dourados-MS

Signo: Leão

Comeria todos os dias: Churrasco

Na sua cabeceira tem: Uma Bíblia

Não sai de casa sem:Rezar ou Orar

Adora ouvir: Música Gospel

Gosta de assistir: Jornais e filmes  de comédia ou ação

O que te inspira:Meu pai e meus filhos

Não vive sem: Jesus Na minha vida e minha família

Simplesmente inesquecível: Fazer o passeios no Abismo Anhumas porque tenho muito medo de altura e, também, flutuar na Lagoa Misteriosa, porque não sei nadar. Com certeza foram duas experiências sensacionais!Faço tudo de novo! Adorei

Lazer: andar de bike quando posso

Melhor lugar que visitou: Recanto Ecológico Rio da Prata e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro

Qual lugar gostaria de visitar: Abrolhos

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Ficar de frente com a onça pintada no Pantanal

O que faz por Bonito: torço muito  pelo  município para que os governantes façam as coisas certas

Bonito para você é: Tudo. Foi aqui aprendi tudo que sei e que conquistei até hoje!

Até a próxima semana!

 

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Conheça Glaucir Vanzella

Empreendedor é o termo utilizado para qualificar, ou especificar, principalmente, aquele indivíduo que detém uma forma especial, inovadora, de se dedicar às atividades de organização, administração, execução. É aquele também, que constroi tudo a duras custas, criando o que ainda não existia.

Essa é uma das características do nosso entrevistado de hoje (16) na Coluna Quem Faz Bonito, Glaucir Vanzella, que atua no segmento de transporte, em Bonito (MS).

O empresário reside no destino há 22 anos. “Na verdade meus pais vieram para Bonito, residiam num assentamento, e na época todos os filhos vieram juntos. Morei dos 7 aos 18 anos no Assentamento Guaicurus, distante 60 km daqui”.

Ao completar 18 anos, Glaucir deixou o assentamento e mudou-se para Bonito com a finalidade de encontrar um trabalho. “Trabalhei no turismo como garçom, recepcionista de hotel,serviços gerais em alguns passeios, já que o segmento estava crescendo, e fui ficando”, diz.

Com a experiência adquirida no setor e o forte desejo de abrir um negócio próprio, Glaucir optou, no ano de 2001, por algumas transformações que mudariam sua vida. “Em 2001 queria abrir algo, relacionado ao turismo, pensei no artesanato, queria ser empreendedor, abrir uma lojinha, mas em 18 de janeiro de 2002 optei pela compra de uma van, e comecei na atividade. Trabalhei dois anos sozinho, atendia pacotes, Campo Grande –  Bonito – Pantanal- passeios”. E asim começou a história de sua empresa, a Vanzella Transportes.

Atualmente, a empresa de Glaucir possui 22 funcionários e 18 veículos, sendo eles: vans, micro ônibus, carros executivos, carro popular, entre outros. “E agora adquirimos nosso primeiro ônibus, com 42 lugares, ar-condicionado, para ampliar a frota. Foi uma alto investimento. Já temos serviço agendado para ele no mês de setembro”.

Toda essa conquista é fruto da ousadia do empresário. “Sempre fui ousado, no meu ponto de vista, da onde eu saí, lá do assentamento, vim trabalhar, com uma mão na frente e outra atrás, e aqui chegar. A gente sonha, mas não imagina chegar tão longe…” conclui Glaucir.

Conheça um pouco mais sobre nosso entrevistado de hoje na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te chamam de: Vanzella

Nasceu em: 28 de agosto de 1980, em Naviraí (MS)

Signo: Virgem

Comeria todos os dias: Peixe

Na sua cabeceira tem: Bíblia

Não sai de casa sem: Celular

Adora ouvir: Música sertaneja

Gosta de assistir: Filmes de ação, comédia…

O que te inspira: O crescimento da minha empresa, o futuro

Não vive sem: Meu trabalho e minha família

Simplesmente inesquecível: Tanta coisa (risos), minhas conquistas por exemplo

Lazer: Jogo futebol, gosto de sair…

Melhor lugar que visitou: Abismo Anhumas, parece que está em outro mundo, já fiz 5 vezes. a primeira vez causou um grande impacto

Qual lugar gostaria de visitar: A Itália

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Visita no Abismo Anhumas, rapel na Boca da Onça…

O que faz por Bonito: Eu procuro viabilizar a vinda do turista, facilitar sua vinda opções de transporte,seja em Foz do Iguaçu, Pantanal, Bonito e Campo Grande

Bonito pra você é: Bonito é o futuro, é vida, é tudo!

Saiba mais sobre o trabalho de Glaucir no site: www.vanzellatransportes.com.br

Até a próxima semana!

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Conheça João Vizcaíno

“Qualidade de vida, isso foi o que me trouxe à Bonito”, diz nosso entrevistado de hoje (09),  João Rosa Vizcaíno, que reside no destino há 14 anos e é proprietário do Restaurante Casa do João  – “sou um vendedor de comida, com dedicação total, graças a Deus”.

Formado em Direito, pela Universidade de Braz Cubas, em Mogi das Cruzes (SP), João recebeu um convite para conhecer as belezas da cidade. “Um grande amigo meu começou a falar de Bonito dois anos antes de eu vir, daí um dia liguei pra ele e disse – Quero conhecer Bonito! Meu amigo disse, vem para o Mato Grosso do Sul que eu mando alguém te levar pra Bonito. Chegando aqui, foi amor a primeira vista”, diz, e desde então nunca mais saiu.

Mas além da qualidade de vida outros fatores influenciaram na decisão de se mudar para o destino. “Queria que meu filho João, portador de síndrome de down  tivesse uma vida livre e independente. Queria morar numa cidade pequena , e aqui mudei a minha vida”.

João já tinha o conhecimento em comércio desde que residia em Mogi das Cruzes (SP), na qual possuía um restaurante, mas em Bonito decidiu mudar de ramo e administrou um posto de gasolina. Porém, devido aos percalços da vida, decidiu retornar para o ramo da culinária, “e que com a graças de Deus e de todas pessoas que me ajudam, a Casa do João deu certo, está dando certo há 4 anos”, diz.

O espaço da Casa do João é um espaço diferenciado, seja pela construção ou pela distribuição do verde no local. “Por estar grudado à minha casa, o espaço já é um diferencial, nosso atendimento é bastante elogiado, a parte de cozinha também, temos tido uma margem de acerto muito grande, e esse convívio que eu tenho com todos os clientes, de levar um papo, de perguntar como é que é, pra onde vai, da onde é, aí eu conheço alguma coisa, sempre tem alguma coisa em comum – isso faz da Casa do João um pacote diferenciado na realidade. Acredito que esse atendimento pessoal meu é muito importante”, diz.

Mas não é apenas a gastronomia que enche os olhos dos seus clientes. Próximo ao restaurante há um espaço, muito bem distribuído, para a comercialização de artesanatos como cerâmica de Marajoara, cosméticos diferenciados, lembrancinhas da Casa do João e um pouco de antiquário “Nada catalogado, mas existe algumas coisas que fazem as pessoas exclamarem: olha, no meu tempo tinha isso”, diz.

João também está utilizando o espaço para realizar exposições culturais, com vendas de quadros, lançamentos de livros, entre outras atividades.

Sobre o turismo
Aproveitamos nossa conversa para debater sobre o turismo nacional e também o turismo de Bonito.

“O turismo nacional está passando por uma mudança e quem viaja hoje é a classe C e D. Então acho que algumas adaptações terão que ser feitas como, por exemplo, facilidade de pagamento como estão fazendo as companhias de viagem. Eu acho que se não ficar esperto com isso alguém vai sofrer  porque o que se vê hoje o dólar ao preço que está, falta de turista (em âmbito nacional), e o turismo de Bonito vive como o turismo de praia, é sazonal, você ganha na alta temporada, quando tem alta, e a gente tem que por alguma coisa na baixa para manter o estabelecimento aberto”.

Sugestão para baixa temporada?
“Alguma coisa já está sendo feita, por exemplo, nós entramos com o turismo de eventos agora, que são os congressos, possuímos um belo Centro de Convenções, e que sempre acontecem na baixa temporada.

Porém numa virada mais técnica e necessária a união do trade. Tem que unir agência, hotelaria, atrativos, gastronomia para começar a pensar no turismo da classe C e D, que para eles é muitas vezes mais vantajoso visitar o exterior, porque sair do Brasil sempre foi um status… Poderíamos estar recebendo mais turistas estrangeiros, temos um aeroporto extremamente equipado, com uma pista maravilhosa, com ótimo suporte para aeronaves pequenas… Já ouvi de muitos pilotos que a nossa estrutura é muito melhor do que várias capitais no Brasil…”

Para finalizar nossa conversa, João enfatiza “Sou uma pessoa apaixonada por Bonito, acredito em Bonito, é um destino maravilhosamente forte, não saio daqui, vim para ficar e nem tenho porque, nem pra onde ir”.

Conheça um pouco mais sobre nosso entrevistado de hoje (02): 

Te chamam de: João

Nasceu em: 12 de dezembro de 1954, em Santos (SP)

Signo: Sagitário

Comeria todos os dias: Massa

Na sua cabeceira tem: Um relógio

Não sai de casa sem: Sem dinheiro no bolso

Adora ouvir: Blues e MPB

Gosta de assistir: Tênis, adoro . Não sei pegar numa raquete, mas paro na televisão para ver uma partida do esporte

O que te inspira: A vontade de viver

Não vive sem: Amor

Simplesmente inesquecível: Tem tantas que nem sei numerar… o nascimento do meu filho joão, minha vinda para Bonito que até hoje eu não acredito como aconteceu, mas era para acontecer….Minha vida é muito bonita, que até esqueci as coisas negativas que aconteceram nela e que não foram poucas

Lazer: Tomar cerveja, bater papo com os amigos, se puder assar uma carninha vou assar, se puder cozinhar vamos cozinhar

Melhor lugar que visitou: Bonito…é um destino maravilhoso

Qual lugar gostaria de visitar: Portugal

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: Uma caminhada que fiz de Mogi das Cruzes à praia pelo meio da serra. Levou cerca de seis horas de caminhada…o visual do mar era algo inesquecível, isolamento total, sem barulho, saindo de uma montanha e visualizando a praia

O que faz por Bonito: Eu trabalho e amo

Bonito pra você é: Minha vida! Virei caipira (risos), antes qunado me chamavam para viajar já estava com a mala na mão mas hoje ai…que dificuldade pra sair de Bonito…Bonito valoriza muito as pessoas independente do que elas tem na mala…vocé o que você é e não o que você tem…

Saiba mais sobre o trabalho de João no site: www.casadojoao.com.br

Até a próxima semana!

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Conheça Vanessa Leite

Nossa entrevista de hoje (02) apresenta Vanessa de Gouvêia Leite, formada em Administração, que atualmente exerce a função de Gerente do Sebrae da Regional Sudoeste em Bonito (MS).

O Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – é uma instituição técnica de apoio ao desenvolvimento da atividade empresarial de pequeno porte, voltada para o fomento e difusão de programas e projetos que visam à promoção e ao fortalecimento das micro e pequenas empresas.

Vanessa faz parte da equipe do Sebrae MS há 17 anos e já passou pelas cidades de Campo Grande e Três Lagoas antes de mudar-se para o destino de ecoturismo, no qual já está há seis anos.

Aliás a mudança para o município deu-se através de uma oferta de trabalho de um Presidente do Sebrae, que gostaria de abrir um local na cidade. “O objetivo da criação foi estimular os municípios da região e na época eu estava fazendo Mestrado em Desenvolvimento Local, motivo pelo qual foi me feito o convite. Como meu marido já estava morando aqui, uni o útil ao agradável”, nos conta Vanessa.

Conheça um pouco mais sobre nossa entrevistada de hoje (02) na coluna “Quem Faz Bonito”:

Te Chamam de: Vanessa

Nasceu em: 25/01/75, no Rio de Janeiro

Signo: Aquário

Comeria todos os dias: Chocolate

Na sua cabeceira tem: Livros, filosofia da Doutrina Espírita

Não sai de casa sem: Batom

Adora ouvir: Não sou muito de música

Gosta de assistir: Novelas em geral e filmes de ação

O que te inspira: Coisas que eu posso fazer para ajudar as pessoas

Não vive sem: Celular

Simplesmente inesquecível: Nascimento da minha filha Sofia, que hote está com dois anos e meio

Lazer: Brincar com a Sofia

Melhor lugar que visitou:  A Gruta do Lago Azul, em Bonito

Qual lugar gostaria de visitar: Disney

Qual foi uma experiência marcante que já vivenciou na natureza: A visão da Gruta do Lago Azul foi algo que me marcou muito. Isso aconteceu há uns 10 anos atrás
 
O que faz por Bonito: Faço trabalho de desenvolvimento local para o fortalecimento das micro e pequenas empresas. Tudo o que for possível para ajudar na gestão dessas empresas. Hoje em dia o foco é Inovação e Bonito já está em um patamar que é preciso estar inovando constantemente até mesmo para atrair e fidelizar as pessoas para que sempre retornem ao destino

Bonito para você é: A razão da minha vida

Para saber um pouco mais sobre o trabalho de Vanessa acesse o site: www.ms.sebrae.com.br

Até a próxima semana!

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