Dez mandamentos do turismo de aventura com segurança

Não é só quem gosta de sentir frio na barriga que deve ficar atento à segurança na hora de praticar atividades de aventura. Afinal, até uma simples caminhada pode oferecer riscos como escoriações, quedas de desnível, fraturas e luxações. Esse é um dos alertas do Aventura Segura, programa de qualificação e certificação em turismo de aventura criado em um convênio do Mtur (Ministério do Turismo) com a Abeta (Associação Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura), apoiado pelo Sebrae. A iniciativa visa certificar com um selo empresas de 16 destinos brasileiros que estiverem de acordo com as normas técnicas estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
 
A campanha do programa -criado em 2005- foi lançada em São Paulo no início de setembro, durante a Adventure Sports Fair, maior evento do setor da América Latina e, além de fiscalizar as empresas, busca chamar a atenção dos turistas para os dez mandamentos de segurança do turismo de aventura. As precauções são coisas simples, como conferir se as empresas oferecem seguro e se os equipamentos estão em boas condições na hora de praticar alguma das 25 modalidades enquadradas no setor.
 
O assunto se tornou um dos focos de investimento do Mtur para melhorar a oferta dos produtos turísticos brasileiros para o público estrangeiro. “O potencial geográfico do país propicia a prática do turismo de aventura”, diz Diogo Demarco, diretor do DCPAT (Departamento de Qualificação e Certificação de Produção Associada ao Turismo do Mtur). “Segundo um estudo da Embratur, 19% dos turistas estrangeiros buscam no Brasil atividade ligadas ao turismo de aventura e ao ecoturismo, o que para nós é um número significativo.” Para Demarco, o Brasil deve levar de cinco a oito anos para atingir o patamar de nível internacional de países-referência nesse setor, como a Costa Rica e a Nova Zelândia.
 
Segundo Gustavo Timo, gestor técnico do programa, as ações de fiscalização começam nos 16 destinos selecionados (o que corresponde a cerca de cem municípios brasileiros), que receberão até R$ 500 mil cada um para a implantação do projeto. A certificação só terá início quando uma das cinco instituições que estão sendo avaliadas pelo Inmetro for aprovada como organismo certificador, o que está previsto para este mês. “Até o final de 2009, cerca de 200 empresas terão o selo”, diz o gestor. No entanto, ainda não há uma previsão de quando a ação irá se expandir a outros destinos.

Leia a matéria na íntegra em http://viagem.uol.com.br/ultnot/2008/09/16/ult4466u401.jhtm

Por: abeta




 

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