Grupo de educadores cria Rede de Educação Ambiental de MS

A partir de agora, os sul-mato-grossenses que se interessam pelo meio ambiente podem se inscrever na Rede de Educação Ambiental de Mato Grosso do Sul (REAMS). A rede foi fundada durante o curso de educação ambiental promovido pelo Projeto de Gestão Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso (GEF Rio Formoso) realizado no mês de fevereiro, em Bonito.A REAMS funciona como um fórum, no qual as pessoas podem compartilhar conhecimentos, divulgar trabalhos e eventos, difundir informações e metodologias em educação ambiental e integrar agentes que atuam na área. Outro aspecto positivo é que a iniciativa fortalece as redes já existentes na região, como a Rede de Educação Ambiental do Cerrado (Reacerrado) e a Rede Aguapé Pantanal.Uma das idealizadoras da Reams, Simone Mamede, bióloga e educadora ambiental explica que um dos maiores objetivos da rede é interligar pessoas das duas bacias hidrográficas de Mato Grosso do Sul, a do rio Paraná e a do rio Paraguai, fortalecendo a comunicação entre educadores ambientais, facilitando a articulação a troca de experiências, formando uma rede mais específica que abranja o âmbito do meio ambiente estadual.”Atualmente participam biólogos, jornalistas, pedagogos, professores, estudantes, enfim, é uma rede aberta às pessoas que buscam informações sobre o meio ambiente em geral. Trata-se de um espaço democrático de discussão e articulação, onde todos podem participar”, diz.Já o GEF Rio Formoso é um projeto financiado pelo Banco Mundial, coordenado pela Embrapa Solos e conta com a participação das unidades Gado de Corte (Campo Grande – MS, coordenadora regional), Agropecuária Oeste (Dourados- MS) e Pantanal (Corumbá-MS).Também estão envolvidos a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Secretaria de Estado de Meio Ambiente das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac), Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Conservação Internacional (CI Brasil) e Fundação Cândido Rondon (gestora financeira).O projeto possui ainda outros colaboradores e co-executores importantes como a Prefeitura Municipal de Bonito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o IASB (Instituto das Águas da Serra da Bodoquena) e apoio técnico e institucional do Ibama. Fonte: MS Notícias

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