Jalapão é destino para quem gosta de ecoturismo

Região no Tocantins tem fauna e flora ricas, lindas cachoeiras e dunas de areia de até 30m de altura.
Na transição entre o cerrado e a caatinga, no mais jovem Estado do País – Tocantins -, dunas douradas de areia de até 30m de altura deram ao Jalapão o apelido de deserto brasileiro. Mas o sentido do título vai “por água abaixo” quando o turista se depara com cachoeiras, rios e corredeiras que transformam o lugar em um paraíso de águas doces. No coração do Brasil, é um destino para os adeptos do ecoturismo.

Na região a natureza segue intocada, preservada em parte devido à dificuldade de acesso. Para se chegar a cada um dos atrativos do Jalapão é preciso percorrer mais de 30 km de estrada de terra. Por outro lado, esse percurso permite o conis.
A paisagem lembra muito os desertos norte-americanos, proporcionando um visual único no Brasil. Mostra o contraste entre solo arenoso, árvores espaçadas e as veredas.

A perder de vista
Historicamente, a região do Jalapão surgiu em cima da Serra da Muriçoca, onde pode avistar uma paisagem deslumbrante. Selvagem e ainda desconhecido por muitos, Jalapão é um lugar para se desconectar da vida urbana, desfrutar da interação com a natureza e praticar esportes como rafting e canoagem no leito do Rio Novo. Esportes que podem ser praticados principalmente entre junho e setembro, período de estiagem e considerado alta estação na região.

Seja inverno ou verão, porém, os termômetros registram sempre uma média de 30º no Jalapão. À noite a temperatura cai, chega a 10º. Criado em 2001, com o objetivo de preservação ambiental, o Parque Nacional do Jalapão compreende uma área de 34 mil km² e oito municípios. Dois deles, Mateiros e Ponte Alta, são considerados a porta de entrada do Parque.
Para se chegar é preciso desembarcar na capital, Palmas, e encarar cerca de 200 km em veículo com tração 4 x 4 ou caminhão adaptado, já que parte do percurso é feito em estrada de terra. Mas quem visita o Parque costuma afirmar que “comer poeira”, seja na estrada ou nas trilhas que dão acesso aos pontos turísticos, vale muito a pena.

Desprovido de luxo, o destino oferece como opções de hospedagens poucas pousadas em Mateiros ou um acampamento sustentável e com infraestrutura sanitária às margens do Rio Novo – a cerca de 50 km da área urbana -, que comporta grupos de até 24 pessoas.

Com informações: Jornal A Cidade

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