Manual sobre Espeleoturismo

A mudança de comportamento dos turistas, que buscam novas experiências aliadas ao contato com a natureza, fez crescer a oferta de produtos de Turismo de Aventura e Ecoturismo.

Esse aumento, levou o Ministério do Turismo a considerar o Turismo de Aventura (TA) um segmento prioritário para investimentos
em organização e estruturação da atividade.

Para melhorar a qualidade, a segurança e a competitividade dos profissionais e empresas do segmento foi criado o Programa Aventura Segura, iniciativa do Ministério do Turismo em parceria institucional com o SEBRAE Nacional e executado pela ABETA – Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (TA).

O conjunto de Manuais de Boas Práticas que o programa apresenta é uma das principais etapas da meta de geração e disseminação de conhecimento no setor.

Vamos conhecer um pouco mais sobre a prática do Espeleoturismo:

A relação do homem com as cavernas nos remete à pré-história e povoa a imaginação, lembrando de épocas em que ancestrais abrigavam-se em cavernas para sobreviver. Mas a visitação destas mesmas cavernas como atividade turística não tem mais que dois séculos, acompanhando o interesse pelos ambientes naturais que despertou com o Romantismo e o culto à natureza.

Existem no mundo todo cerca de 750 cavernas turísticas e o público que anualmente as visita supera 30 milhões de pessoas. E a grande força que leva estas pessoas a visitarem uma caverna é a curiosidade em apreciar os grandes espaços formados e a contemplação das formas curiosas dos cristais e demais depósitos minerais deixados pelo trabalho da água.

Em Bonito (MS), ocorrem atividades de espeleoturismo em pelo menos três cavidades distintas, mas em apenas uma delas há espeleoturismo de aventura na concepção mais estrita de aventura.

Quando o turista visita as Grutas do Lago Azul ou de São Miguel, está de fato realizando espeleoturismo, mas de contemplação. 
A atividade de aventura propriamente dita, ocorre no Abismo Anhumas, onde além da contemplação da caverna, o visitante precisa descer 72m de rapel para chegar ao interior da caverna e depois subir os mesmos 72m para sair.

Confira no anexo o Manual de Boas Práticas de Espeleoturismo na íntegra.

Por Carla Layane

Com informações Abeta/Mtur

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