MS participa da Festa dos Estados em Brasília

O estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Cultura (FCMS), participa a partir desta sexta-feira (20) da 46ª edição da Festa dos Estados que acontece no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília, até domingo (22).

A cultura sul-matogrossense irá integrar a programação do evento com o artesanato regional e sua culinária, representada pelo tradicional “Caldo de Piranha”. O Governo do Distrito Federal, por meio da Brasíliatur e do Fórum Nacional de Representantes Estaduais (Fonare), são os responsáveis pelo evento.

Grupos folclóricos, artistas, poetas, sairão de seus respectivos estados para homenagear seus conterrâneos que vivem em Brasília. Outras novidades são os shows de Geraldo Azevedo, Pedro Paulo e Matheus, Chico Rey e Paraná, Jhonny e Raony, grupo Fundo de Quintal, Dhi Ribeiro e a banda Coisa Nossa.

Tradicional em Brasília, desde 1960, a festa foi criada pela Casa do Candango, para reunir as diversas culturas dos estados brasileiros na Capital federal. Como a cidade recebeu imigrantes de todas as regiões do país, em especial, no período de sua construção, a idéia da festa era que os brasileiros matassem as saudades dos costumes da região de origem.

Além dos doces, licores e de toda a variedade gastronômica das regiões brasileiras, a festa vai contar com uma grande estrutura para as atrações artísticas.

Artesanato sul-matogrossense

Aqueles que representam diversidade cultural e criativa do povo brasileiro, os artesãos, têm recebido uma atenção especial do Governo de Mato Grosso do Sul. Com o incentivo da Fundação de Cultura de MS, o artesanato sul-mato-grossense é presença marcante no mercado nacional e a visibilidade de seus produtos artesanais é alcançada principalmente pela participação em feiras estaduais e nacionais. Profissionais do Estado também conquistaram o prêmio Top 100, do Sebrae, obtendo reconhecimento pela qualidade dos trabalhos.

Além disso, a FCMS vem multiplicando os núcleos de produção do Estado, por meio do projeto Artesania, que leva oficinas de diversos ramos do fazer artesanal para comunidades do interior do Estado, aproveitando sempre as potencialidades de matéria-prima de cada local. Ele visa resgatar também, os ofícios tradicionais transformando-os numa possibilidade econômica de geração de trabalho e renda nas comunidades.

Entre as oficinas realizadas figuram as que utilizam a palha de milho e de bananeira, frutas típicas para a produção de doces em compotas e cristalizados, fibra de taboa, tecidos, crochê e bordado com motivos pantaneiros, modelagem em cerâmica, madeira, osso, bambu, cabaça, entre outras.

Os artesãos recebem ainda capacitações para gestão dos produtos como formação de preços, a elaboração da identidade visual, criação de embalagem, logomarca, rótulos e material de divulgação, para agregar valor na comercialização dos produtos e atender as exigências do mercado consumidor.

Fonte: FCMS

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