O que há de mais bonito em Bonito (MS)

Na Serra da Bodoquena, fronteira com o Pantanal, cachoeiras e lagos criam uma ambientação com apelo ecológico irresistível. Uma estrutura geológica composta basicamente de rocha calcária, cavernas e grutas esculpidas ao longo do tempo guardam em suas entranhas águas cristalinas que convidam a deixar o corpo flutuar, observando o colorido dos peixes e da vegetação nativa. Tamanho atrativo leva em média 210 mil turistas por ano a Bonito (MS) e, o melhor, sem que isso represente um perigo para o delicado ecossistema.

Um controle rígido garante um limite de visitantes por vez nas atrações e a preservação do lugar. Esse epicentro do ecoturismo nacional exibe ainda o Abismo Anhumas, a maior caverna submersa do mundo. No trajeto, a luz do sol vai pontuando as estalactites dos paredões e atinge as águas cristalinas do lago azul-turquesa lá no fundão.

Outros pontos altos de Bonito são a Cachoeira Boca da Onça e a Gruta do Lago Azul: enquanto se desce por ela, a luz vai diminuindo e você segue prestando atenção nos cheiros, nas vozes que ecoam, nas diferentes imagens das formações calcárias.

Nem parece ser real, o lado bom é que crianças e idosos podem participar das atividades realizadas nos atrativos. Há trilhas de caminhada curta e bela e a tão esperada flutuação no Rio da Prata (que começa na vizinha Jardim) e no Rio Sucuri, nas quais a correnteza leva seu corpo deixando a você o único trabalho de respirar calmamente pelo snorkel e deslizar ao lado de uma quantidade impressionante de peixes que colorem as águas transparentes.

Como chegar:
Os voos de São Paulo e do Rio de Janeiro aterrissam no aeroporto de Bonito às quintas e domingos (o trajeto, com escala em Campo Grande (MS), é feito por uma única companhia, a Trip). Também é possível chegar por Campo Grande numa viagem de cinco horas em ônibus (Viação Cruzeiro do Sul). De carro, são quase 300 km de estrada em bom estado e bem-sinalizada, que começa na BR-060, saindo do aeroporto de Campo Grande.

Quando ir e o que levar:
A época de seca, entre julho e agosto, é a melhor para as flutuações, mas faz frio pelas manhãs, com mínimas abaixo dos quinze graus. Aproveite para acompanhar o Festival de Inverno (julho). Entre dezembro e janeiro, a procura pelos passeios é enorme, o que exige certa programação antecipada. Estar bem-preparado é bom quando se trata de turismo ecológico. Confira nossa dica de alguns itens essenciais para carregar na mochila durante os passeios: binóculos, câmera fotográfica, papete (melhor opção para trilhas e cachoeiras), água, protetor solar e repelente.

Com informações Viaje Aqui Abril

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