Reforma no Código Florestal ganha auxílio da Embrapa Pantanal

A cidade de Corumbá (MS), sediou na última terça-feira uma audiência pública para discutir as reivindicações da comunidade que trabalha e vive no Pantanal sobre a reforma do código florestal brasileiro.

Deputados federais que atuam na comissão de estudos que prepara a reforma coletaram informações importantes repassadas pela Embrapa Pantanal, pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), Prefeitura de Corumbá, Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) e Sindicato Rural de Corumbá.

Entretanto para pesquisador Walfrido Tomás, da Embrapa Pantanal, existem sérias dificuldades para se aplicar o atual Código Florestal no Pantanal. Uma delas é que as APPS (Áreas de Preservação Permanente) são de difícil localização, devido a sazonalidade dos cursos d`água do Pantanal.

O pesquisador defendeu também uma compensação para os produtores pantaneiros que ajudam a conservar o ecossistema há quase 300 anos. “É preciso estabelecer uma forma de remunerar esses pecuaristas tradicionais que utilizam a paisagem sem modificá-la, e assim asseguram que o Pantanal continue fornecendo serviços ambientais para a humanidade.”

Ficou bastante evidente que o novo Código Florestal deve garantir as condições para que o atual assoreamento dos rios pantaneiros seja evitado, já que até agora o que se tem visto é uma ineficácia neste sentido, especialmente em áreas de solos ou relevo sob risco de erosão.

Com informações Embrapa Pantanal

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